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Sobre o Blog

Este Blog compõe-se de um feed de notícias sobre as atividades do Núcleo do PT Colônia, além de notícias de cunho político do Brasil, da Alemanha e do mundo. Além disso o espaço é aberto para que os integrantes do Núcleo do PT Colônia possam publicar textos relevantes de sua autoria.

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Discurso da presidenta Dilma Rousseff na cerimônia de sanção da lei que cria o Pronatec

PolíticaPosted by Andrea Wiegmann 26 Oct, 2011 19:25


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Dilma Rousseff 13

PolíticaPosted by Andrea Schilz 13 Oct, 2010 09:56


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Entrevista de Hildegard Angel para Carta Capital

PolíticaPosted by Julia Mattei 17 Sep, 2010 18:03

Reportagem da revista Carta Capital


Radical chique

Cynara Menezes

14 de setembro de 2010 às 18:33h


Leia a íntegra da entrevista de Hildegard Angel a Cynara Menezes: “Todo homem público no país e seus parentes próximos deveriam tomar a iniciativa de abrir seu imposto de renda”


Enquanto seu irmão Stuart era preso e morto pela ditadura, em 1971, a jovem Hildegard Angel iniciava trajetória oposta, atuando no colunismo social do jornal O Globo, onde trabalharia, entre idas e vindas, por quase 40 anos. Em 1976, quando a mãe dos dois, a estilista Zuzu, foi assassinada pelo regime em um acidente de carro, Hildegard já era uma jornalista conhecida e atriz de TV. Não deixa de ser interessante que, aos 60, recém-saída do extinto Jornal do Brasil (agora só online), Hilde assuma uma postura de franco-atiradora.

Suas armas são um blog e o Twitter. Seus alvos: a mídia e a preferência pelo candidato José Serra, do PSDB _no mês passado, ela declarou voto em Dilma Rousseff, do PT. Na entrevista concedida a CartaCapital em sua cobertura de frente para o mar em Copacabana, Hildegard Angel, criadora do termo “emergente” para definir os novos ricos cariocas, diz que Lula sofre preconceito por ser um deles, na política. “Já o Serra é o valoroso self-made man”, ironiza.


CartaCapital – Por que a sra. decidiu apoiar Dilma Rousseff?

Hildegard Angel - Ela estava sendo tão massacrada que achei ser o momento de me posicionar. Era um bombardeio de e-mails, de sobrenomes coroadíssimos, atacando a Dilma. Começaram denegrindo pelo físico, que ela era feia, horrorosa, megera, medonha. Aí ela ficou bonita e não puderam mais falar. Então começaram a atacar a parte moral, que ela é assassina, terrorista, ladra. Isso é um reflexo da impunidade. Enquanto não colocarmos nos devidos lugares os que foram responsáveis pelas atrocidades da ditadura eles vão se sentir no direito de forjar uma realidade inexistente, de denegrir nossos mártires, nossos heróis.


CC – Antes desta eleição, a senhora já tinha se posicionado politicamente?

HA – Não. Em nível nacional é a primeira vez. E acho que meu depoimento, e o almoço que a Lily Marinho (viúva de roberto Marinho) promoveu, romperam o círculo demonizante erguido em torno da Dilma. Ali fez-se uma fissura. A classe alta pensante, os ricos mais liberais, se permitiram uma abertura.


CC – D. Lily Marinho apoia Dilma?

HA – A Lily passou a apoiar a Dilma depois que a conheceu. Quando ela fez o almoço para a Dilma, estava agindo como a mulher do Roberto Marinho, que está acima do bem e do mal e que pode se dar ao luxo de receber quem bem entende. Mas a Dilma conquistou a Lily. Antes do almoço, podia até haver a idéia de receber também os outros candidatos. Depois, não havia mais.


CC – Houve reação dos filhos de Roberto Marinho pela madrasta ter recebido a candidata do PT?

HA - A Lily tem uma relação tão harmoniosa, tão respeitosa com eles, que acho que jamais teriam qualquer tipo de reação. O jornal e toda a organização têm sido muito duros com a Dilma, mas a única matéria positiva sobre ela até hoje em O Globo, da primeira até a última palavra, foi a do almoço com a Lily.


CC – Há quatro anos o ex-prefeito de São Paulo Claudio Lembo fez uma crítica, surpreendente para alguém do DEM, contra a elite branca. A sra. acha que falava só da paulistana ou da carioca também?

HA – Da elite brasileira como um todo. É uma elite preconceituosa, que tem seus valores, seus princípios, e acha muito difícil abrir mão de suas convicções.


CC – Que tipo de rico tem preconceito com Lula?

HA - O rico do passado, da herança, do aluguel, muito apegado a tradições, a sobrenome. É uma elite na maioria não produtiva, porque a elite produtiva, o homem que emprega, que gera progresso, desenvolvimento, não deixa de aplaudir o Lula. Mas às vezes a mulher deste homem não aplaude… Diplomatas aposentados também têm preconceito com Lula. O Itamaraty sempre foi o filé mignon do serviço público brasileiro, pela cultura, pela erudição, pelo savoir faire. E a política externa atual vai na contramão disso tudo. Esse é um segmento social que rejeita o Lula, o dos punhos de renda.


CC – Nos círculos que frequenta, ainda há gente que faz piada com a origem humilde de Lula?

HA - O vaivém dos e-mails de gente da classe A contra o Lula é de uma variedade enorme…. Por exemplo: as festas caipiras do Lula incomodaram muito. Já a Zuzu Angel sempre viu uma beleza extraordinária na caipirice, tanto que foi a primeira a usar as rendas do Norte, a misturar com organza, a usar as chitas, hoje tão na moda. Minha mãe tinha uma frase: a moda brasileira só será internacional se for legítima. Por isso foi a primeira a ter penetração no exterior. De certa forma, o Lula, com as festas caipiras dele, fez o que a Zuzu fez em 1960 com a moda caipira dela.


CC – Serra também tem origem humilde. Por que não existe este preconceito com ele?

HA - Porque o perfil do Lula se adequa mais ao do emergente. O do Serra é o do valoroso self made man… O Serra, para ser o homem que é, teve de dominar os códigos da elite, pelo estudo, pela convivência com pessoas intelectualmente superiores. Já o Lula foi abrindo caminho na base da cotovelada. E, de certa maneira, se manteve fiel à sua raça. Não se transformou com a ascensão, não se desligou, guardou seu ranço de pobreza, a memória do sofrimento. Isso o tornou mais sensível.


CC – E por outro lado o faz ser malvisto?

HA - Sim, porque nunca será um igual e nem faz questão. A dona Marisa Letícia nunca abriu seus salões. Durante o governo FHC, fui inúmeras vezes convidada para recepções no Itamaraty e, em governos anteriores, até no Palácio da Alvorada. No governo Lula só fui convidada uma vez, para o Itamaraty. Black-tie nunca existiu. Isso cria uma limitação de trânsito social. Não há uma interação para esta sociedade se inserir dentro de uma linguagem que não seja de gabinete junto à família Lula. Talvez ele não se sentisse confortável fazendo isso, não é sua praia.


CC – Ainda tem muito preconceito de classe no Brasil?

HA - Cada vez menos, mas tem. O que Lula sofre é preconceito de classe, mas está sendo superado por ele mesmo. Essa possível vitória da Dilma mostra que não é só o povão, não é são só aqueles que melhoraram de situação. Tem muito rico pensando diferente, saindo do casulo, desse gueto de pensamento.


CC – O interessante é que o dinheiro também tem de ser bem-nascido. De padaria, de marmita, não é dinheiro “bom”.

HA - O dinheiro do comércio sempre foi visto no Brasil como um dinheiro sem base cultural, de origem ruim. Já o dinheiro da indústria, da área financeira, era “digno”. Agora, com a falta generalizada de dinheiro no meio dos que eram muito ricos, essas pessoas deste dinheiro de origem menos nobre conseguiram uma posição de respeitabilidade no ambiente social.


CC – Os emergentes são mais respeitados?

HA – São mais aceitos, embora o verdadeiro emergente não esteja mais preocupado com isso. O verdadeiro emergente não tem aquelas veleidades do nouveau riche de antigamente. O nouveau riche de ontem queria entrar para o soçaite, que seus filhos estudassem com os filhos do soçaite, tinham aquela visão encantada da alta sociedade. O emergente de hoje tem mais noção do seu poder, não é tão submisso. Com o empobrecimento do rico tradicional, o rico do dinheiro novo se achou numa posição de não precisar fazer tanto a corte a essas pessoas.


CC – O dinheiro de Eike Batista, por exemplo, é “nobre”?

HA – Culturalmente falando, sim. Ele é filho de Eliezer Batista, que tinha grande status no país há muitas décadas. O que acontece é que o Eike sabe muito bem o que quer. Gosta de esporte, de mulher bonita, dos filhos e do trabalho dele. Sua vida é um retrato disso. Tem um carro espetacular de corrida na sala, tem casa decorada com troféus das suas lanchas. Ele poderia ter um Picasso, mas não é aquele rico tradicional. Nós temos no país essa classe da riqueza envergonhada, que não tem muito como explicar o seu dinheiro, da riqueza escondida, que não pode ser fotografada… E o Eike, como tudo dele, acredito, seja declarado lá no imposto, pode expor seu dinheiro. Ele é o rico da riqueza assumida.


CC – O jornalista Mauricio Stycer estudou a coluna de César Giobbi no Estadão em 2002, quando Lula se candidatou pela primeira vez, e concluiu que o colunista fez campanha disfarçada para Serra. Isso é comum?

HA - Ah, a Miriam Leitão também faz… É comum o colunista ter afinidade com o veículo e ter uma linha de raciocínio que vai de encontro à dele e ao meio em que convive. O Giobbi é uma pessoa estimadíssima na alta sociedade paulistana, não é visto nem como jornalista, é visto como um da turma. A Monica Bergamo (da Folha) não é vista como uma da turma. O Giobbi é um do time, então raciocina de acordo com seu time.


CC – O colunista social no Brasil sempre é de direita?

HA - Não, os colunistas têm a posição dos seus jornais. Tenho o privilégio que nem a posição do meu jornal eu tinha. O JB se manteve fazendo um jornalismo bem tucano até seis meses atrás, mas eu mantive minha independência e o jornal me deu essa liberdade, o que não é comum.


CC – Dos colunistas sociais clássicos, como Ibrahim Sued, tinha algum que era mais de esquerda?

HA - O Zózimo (Barrozo do Amaral) era visto à esquerda, mas era muito discreto, eu nunca o vi se posicionar ostensivamente na contramão do seu grupo social. Isso não existe. Havia na época uma coisa charmosa, atraente, um esquerdismo light, fazia parte do put together da elegância.


CC – A sra. teve uma trajetória bem diferente do seu irmão Stuart. Era a burguesa da família?

HA – Não, era a caçula. A sobrevivente. Eu era atriz de teatro e passei a ter uma atividade paralela, o jornalismo, que acabou se sobrepondo à atividade artística. Até porque quando entramos no processo das comédias ligeiras em decorrência da censura, não vi mais graça. Não sei se houve algum componente psicológico nisso, mas um mês depois da morte de minha mãe, não renovei mais o contrato. Estava em cartaz com uma comédia de grande sucesso, “Bonifácio Bilhões”, com Lima Duarte e Armando Bogus. Não me aproximei mais do teatro, já estava com minha carreira encaminhada para o jornalismo. De repente me vi sem mãe, sem irmão, sem irmã (enviada para a França), meu pai morando no interior com outra família. Eu era a Angel que ficou para sobreviver, na atividade que sabia fazer, o jornalismo social, mas isso me custou o preço de eu ter de me calar e nem sequer refletir. Quando se vive num processo de muito medo você não reflete, só sobrevive. Eu consegui sobreviver tão bem que hoje eu falo. E vejo pessoas que deveriam estar falando, caladas.


CC – Outro dia a sra. falou no twitter que acha que a filha de Serra, Verônica, deveria abrir o sigilo fiscal para acabar com as dúvidas.

HA – Não só a filha do Serra, todo homem público no país e seus parentes próximos deveriam tomar a iniciativa de abrir seu imposto de renda, sua evolução patrimonial. Deveria ser lei, uma obrigação ética, moral. Causa estranheza a gente ver figuras políticas carimbadas de um dia para outro mudarem de casa, de bairro, de status, de carro, de avião, sem ter uma história profissional que justifique isso. Devia partir deles, desses homens que se dizem honrados, fazer esse gesto. Por isso acho esse escândalo pífio.


CC – A sra. também criticou na rede a passeata dos humoristas contra a “censura”. Por quê?

HA – A passeata deles não era a favor do humor, era a favor do Serra, não era contra a censura, era contra o governo. Foi uma passeata que teve um defeito de origem: não esclarecer o real motivo do humor não estar liberado, que era um projeto dos deputados, não do governo ou do TSE. Ou seja, foi uma passeata ignorante que disseminava a ignorância. Quem faz humor político não pode ser ignorante, porque é o humor mais sofisticado que há. Além disso, vi no CQC eles fazendo humor de uma maneira muito grosseira com dona Marisa Letícia, dizendo que o Eike Batista tinha faturado ela e ia comprar uma coleira… Isso se diz da mulher do presidente da República? É comparável à ofensa que o Irã fez em relação a Carla Bruni.


CC – Manifestar-se politicamente agora a recoloca mais no caminho do Stuart e da Zuzu?

HA – Me sinto um pouco refém da coragem da minha família, é como se tivesse retomado meu curso. Como se cumprisse uma trajetória que estava ali me esperando, neste momento que as pessoas se acomodaram, que estão submetidas a seus empregos, todas colocadas na grande imprensa, com uma posição monocórdia, um pensamento único. Vou estar sendo dura e talvez injusta, mas é muito fácil ser herói quando isso lhe dá ibope. Difícil é ir contra a corrente quando isso vai pegar mal para você. Sou uma colunista social e meu patrimônio são as elites. Meu leitorado principal são as elites. Me surpreende e me enternece que elas me respeitem agora mais do que nunca.


CC – Pretende se tornar uma guerrilheira online?

HA – Eu seria muito pretensiosa e desrespeitosa se de alguma maneira usasse essa qualificação de guerrilheira. Guerrilheiro foi meu irmão. Eu não fui. Estou tirando o atraso, só isso.


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Retirado de: http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/radical-chique

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Dilma no horário eleitoral de televisão

PolíticaPosted by Andrea Schilz 17 Aug, 2010 21:13


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Após críticas de jornal britânico, Lula defende política externa brasileira

PolíticaPosted by Julia Mattei 21 Apr, 2010 10:36

No mesmo dia em que o jornal britânico Financial Times disse que o estilo da diplomacia brasileira pode colocar em risco a almejada vaga no Conselho de Segurança da ONU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a política externa de seu governo. O texto assinado pelo articulista John-Paul Rathbone provocou bate-boca entre governistas e oposição no Brasil.


Ao citar a posição brasileira com relação a Cuba e Irã, Rathbone afirmou que “gafes recentes mudaram a imagem açucarada do Brasil e de seu presidente”. “A política de arco-íris do Brasil pode estar atingindo o seu limite e poderia até colocar em risco a vaga permanente no Conselho de Segurança que o país cobiça”, escreveu Rathbone. Entre os episódios citados, estão a crítica de Lula à greve de fome do ativista cubano Orlando Zapata e o seu comentário sobre protestos após a eleição no Irã. Lula disse que as manifestações eram “choro de perdedores”. A oposição endossou as críticas.

– O Brasil foi parar nos holofotes, e gafes passaram a merecer visibilidade – disse o líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN).

Em defesa do governo, o senador Renato Casagrande (PSB-ES) disse que o texto não condiz com a realidade. Em cerimônia de formatura de novos diplomatas no Itamaraty, em Brasília, o próprio presidente defendeu sua gestão. Afirmou que o Brasil começou a ficar importante e, quando isso acontece, gera ciúme e faz aparecer inimigos.

Ao enaltecer sua atuação em reuniões internacionais, Lula valeu-se do episódio dos sapatos descalçados pelo ex-chanceler tucano Celso Lafer ao ingressar nos Estados Unidos, em 2002, para atacar o PSDB e declarou que os brasileiros “foram induzidos” a se ver como “vira-latas”.

– Ministro meu que tirar o sapato deixará de ser ministro – disse Lula.

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Publicado em: Zero Hora - Online, 21/04/2010, 04h11min,http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Política&newsID=a2879550.xml

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Ex-candidata francesa diz a Dilma que "mulheres podem vencer"

PolíticaPosted by Julia Mattei 10 Apr, 2010 11:05

A líder socialista francesa Ségolène Royal transmitiu hoje à candidata presidencial brasileira Dilma Rousseff a mensagem de que as "mulheres podem vencer" uma disputa eleitoral.

"Uma campanha eleitoral é sempre difícil, mas nós temos que persistir, porque as mulheres podem vencer", afirmou Royal em declarações à imprensa durante um encontro com a ex-ministra da Casa Civil e agora candidata à Presidência da República pelo PT.

Royal, presidente do conselho regional da região francesa de Poitou-Charentes e ex-candidata presidencial na França, se reuniu com Dilma em um hotel de Brasília antes de ser recebida em audiência privada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A socialista francesa foi derrotada nas eleições de 2007 pelo agora presidente francês, Nicolas Sarkozy, mas nas eleições regionais de março foi a grande vencedora e fortaleceu a oposição.

"Foi um conselho de uma mulher vitoriosa. Nós, as mulheres, somos pessoas determinadas", comentou Dilma, que conheceu a política francesa no Fórum Social de Belém, realizado em 2009.

Segundo Royal, "a eficácia econômica e social seguem juntas. Isso está no programa político de Dilma. Os valores humanos são superiores aos financeiros".

Dilma comparou a carreira política de ambas. "Ela é uma conhecida líder socialista. Minha trajetória foi construída dentro dos movimentos de esquerda. Guardadas as diferenças da realidade da França, temos trajetórias semelhantes", apontou.

Antes da reunião com Royal, Dilma recebeu o presidente chileno, Sebastián Piñera, e qualificou o encontro como "muito interessante para manter a relação estratégica do Brasil com o Chile e com a Unasul (União de Nações Sul-Americanas)".

No dia 15 de abril, Dilma terá uma reunião particular em Brasília com o presidente sul-africano, Jacob Zuma, anunciaram seus assessores

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Publicado em 10/04/2010 - 04h41 em Folha Online:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u718866.shtml

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3º Programa Nacional de Direitos Humanos

PolíticaPosted by Julia Mattei 26 Jan, 2010 20:04

O artigo publicado na Folha Online de 11/01/2010 traz uma tabela bem interessante comparando o atual 3° Programa Nacional de Direitos Humanos criado pelo Presidente Lula e os 2 programas idealizados durante os 2 mandatos do FHC.


Tal programa foi alvo de várias críticas de setores como o agronegócio, militares e a Igreja, principalmente quanto à apuração de torturas e desaparecimentos durante o regime militar e o aumento das possibilidades de aborto.


Como o Programa é apenas uma diretiva, um "protocolo de intenções do governo, sem força de lei", estes temas ainda controversos encontrarão ainda inúmeras oposições para que consigam ser implantados com sucesso.


Veja a matéria em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u677697.shtml


Vale a pena ainda ler o artigo recente da jornalista Gabriela Guerreiro também publicado na Folha Online em 18/01/2010 com o título "Entidades de direitos humanos classificam de conservadores setores contrários ao plano" em http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u681105.shtml.


E a luta pelos Direitos Humanos continua!

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